“Por fim, vão gerar benefícios que fazem parte do bem-estar social e individual. O desafio dessa metodologia é conseguir identificar, mapeando os ecossistemas e os serviços. Para isso, são sugeridas algumas etapas metodológicas, que são divididas em termos físicos e análises em termos econômicos”, observou.
Reações ao estudo publicado na revista Science, mostrando a ilegalidade na agropecuária brasileira, confirmam as “maçãs podres” do agronegócio mencionadas no título do estudo. Parte do setor prefere atirar no mensageiro ao invés de acolher os fatos e buscar soluções pautadas na ciência e no diálogo construtivo.
A estimativa é que o prejuízo para a União seja de R$150 milhões, em multas não recolhidas e descumprimento de embargos em áreas ambientais sensíveis da Amazônia Legal.