Karina Toledo | Agência FAPESP
Experimentos conduzidos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de São Paulo (USP) indicam que a gordura...
André Julião | Agência FAPESP
O Brasil tem capacidade técnica para fazer uma agricultura sustentável, mas ainda precisa impedir os crimes ambientais. Além disso,...
Um grupo internacional de cientistas, incluindo brasileiros, reuniu 123.984 exames de ressonância magnética para mapear o desenvolvimento do cérebro humano desde as primeiras semanas...
Em carta publicada no Journal of Medical Virology, pesquisadores da Unifesp atribuem a esse fator o número relativamente baixo de casos graves e óbitos entre pessoas imunizadas, a despeito da maior transmissibilidade da nova variante
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.