“Uma viagem diplomática pela Amazônia que não inclua na rota os desafios e graves danos ambientais que a região enfrenta é uma viagem incompleta e uma oportunidade perdida”, afirma o Greenpeace.
"Da bateria que alimenta um smartphone aos grandes sistemas de armazenamento de energia, qualidade, segurança e responsabilidade ambiental precisam acompanhar cada etapa da produção. Em Manaus e Extrema, padrões internacionais transformam mais de 50 anos de experiência industrial em confiança para os novos desafios do setor energético"