O setor bancário e financeiro internacional tem reforçado suas declarações e compromissos públicos em defesa da ação climática em seus negócios e investimentos. No...
Os casos contra grandes emissores e empresas envolvidas na extração ou no fornecimento de energia fóssil continuam a proliferar, agora mais significativamente fora dos...
No âmbito da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, decorreu, esta terça-feira, 28 de junho, o Side Event “How bilateral cooperation can contribute to achieve...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.