“Comece a fazer. Não entregue para outro. Comece melhorando a sua calçada, votando melhor, demandando de seus representantes, participando de seu condomínio. Entenda a razão de você se deixar ser tão sugado que não tem o menor interesse em fazer algo mais para a sua comunidade – seja ela qual for. Veja o que lhe acontece que, de uma hora para outra, decides que o melhor a fazer é não fazer nada. De onde vem esta inércia? Será medo de se transformar em vítima? Não sei. Mas precisamos mudar. O começo é aceitar que isso é um problema. Ou isso não é um problema?”
Proposta da exposição é mostrar ao público que existem outras histórias da arte, sem tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa já convencionada.
Paulo Freire é o terceiro autor mais citado no mundo na área de ciências humanas, superando Michel Foucault. O livro A Pedagogia do Oprimido tem mais 75 mil citações no Google Scholar e é a única obra brasileira que está entre as cem mais lidas nas disciplinas de países de língua inglesa.
Uma conquista para o Amazonas e para os povos indígenas de todo o país aconteceu no final do mês passado quando o Masp (Museu de Arte de São Paulo) recebeu para o seu acervo a obra ‘Nepu Arquepu’, da indígena tukano Duhigó.