Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
Até 10 empreendimentos e cooperativas serão escolhidos. Segundo o Ministério da Agricultura, será dada prioridade a produtores da agricultura familiar, mas agroindústrias e empresas do setor de orgânicos também poderão se inscrever.
A ideia é criar um mercado escalável para o primeiro café orgânico ‘made in Amazon’, aumentando a quantidade de produtores de 40 para 200 nos próximos três anos, podendo chegar a mais de 500 no longo prazo.
Este pioneirismo se tornou referência amazônica de reflorestamento e domesticação de várias espécies, que antecedem e preparam um novo tempo de prosperidade, a Bioeconomia sustentável.
A área plantada no país totalizou 81,2 milhões de hectares (evolução de 3,3%), destacando aumento de 1,2 milhão de hectares para o cultivo de milho e de 1,1 milhão de hectares para cultivo da soja.