A ideia é que mesmo no aterro – quando o filtro chegar ao fim de sua vida útil – o utensílio continuará armazenando carbono e não produzindo gás metano, como acontece com o descarte de restos de alimentos.
Nesse contexto, perde o sentido a querela política para fazer valer o expediente constitucional e o legítimo anseio da Amazônia em resguardar o acesso a um novo padrão de desenvolvimento e sua inserção no sumário de uma nova civilização brasileira.