A lixeira doméstica super tecnológica, além de evitar a poluição de gases provenientes da decomposição de resíduos em aterros, ainda tem o potencial de reduzir a necessidade de cultivos para alimentação animal. Neste caso, seria uma forma de poupar o solo, o gasto de água, entre outros recursos.
Na área ambiental, a Electrolux tem destaque com a Certificação Zero Aterro, reconhecimento alcançado em todas as operações no ano passado na América Latina e adota práticas de gestão de resíduos, compostagem e carbonização, com mais de 99% dos resíduos destinados ao reaproveitamento ou reciclagem. A marca está presente no Dow Jones Sustainability Index e é membro-fundadora da ABREE - Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos.
Segundo a empresa fabricante, o composto pode ser feito para simular diferentes texturas, como pedra, madeira e concreto. Desta forma, o material pode não só ser aplicado em telhados, como moldado para revestir fachadas, muros de jardins e pátios, além de pavimentos, como calçadas, estacionamentos e passarelas.
Estamos às vésperas de iniciar um novo programa de desenvolvimento da Amazônia baseado em tecnologia. Isso começou a ser pensado há 30 anos, logo depois da Conferência da ONU, sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocorrida no Rio de Janeiro, a ECO-92. Naquela ocasião, o governador do Amazonas, Gilberto Mestrinho, zarpou para Boston, a fim de formatar uma parceria entre o MIT, Massachusetts Institute of Technology e as universidades locais, UFAM e UTAM, atualmente, UEA. O objeto desse enlace era injetar uma dose cavalar de tecnologia nas veias abertas da Amazônia.
Não deu certo. Hoje, três décadas depois, para falar de futuro, conversamos com o professor Estevão Monteiro de Paula, que é um entusiasta dessa iniciativa desde sua formação acadêmica na América do Norte, onde fez PhD em Engenharia pela Universidade do Tennessee, e atualmente é um dos responsáveis pelo projeto do AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, com Adalberto Val e Carlos Nobre, entre outros pesquisadores da Pan Amazônia. Neste bate-papo, Estevão conta alguns detalhes desse empreendimento que pretende gerenciar o desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia continental com as ferramentas da Ciência, Tecnologia e Inovação. Confira.
Mecanismo inteligência artificial com apoio de órgão da USP pode contribuir faturamento do Brasil com o mercado de carbono e auxiliar na mitigação das mudanças climáticas
A empresa de tecnologia Samsung com o programa EcoTroca passa aceitar eletrônicos e eletrodomésticos antigos de qualquer marca gerando grandes cupons de desconto