Zona Franca de Manaus (ZFM)

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5G: a competitividade bate à porta da Zona Franca de Manaus – coluna Follow-Up 

Nosso melhor e talvez o único caminho passa pela Ciência, Tecnologia e Inovação, um conceito sofisticado/avançado de educação e promoção do processo civilizatório para uma geração atrasada, analógica e esquecida pelas prioridades da gestão pública. Se adotamos a via do conhecimento, da interpretação e transformação do mundo real, nada será como antes em todos os setores em que a mudança se impõe. Seja a desigualdade, o negacionismo e a sadia competitividade e a  criatividade que nos exijam prontidão para mudar, reduzir riscos e custos, os riscos do atraso e os custos da insensatez. 

Suframa, meu ciúme

As recentes ações da Suframa, também através da articulação com outras instituições, prefeitos e governadores da região, na execução de planos de trabalho desenvolvidos no início da gestão de Polsin há pouco mais de um ano, mostram um caminho exitoso e alinhado com o DL 288. São ações com foco no Distrito Agropecuário, Biotecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento, Mineração Sustentável, divulgação da ZFM, uso de recursos regionais e logística, entre outros. Os resultados esperados devem despertar mais cobiça política com o cargo, também uma forma de ciúme.

Governo Federal reduz alíquotas do imposto de importação do Brasil

Com a desculpa de facilitar o combate aos efeitos da Covid-19 na economia nacional, o Brasil, sutilmente, derrete mais ainda as vantagens competitivas do programa Zona Franca de Manaus. Facilitar a importação significa optar por gerar emprego nos países exportadores e reduzir - de modo inapelável -  os postos de trabalho nas empresas que fabricam no país. Ou seja, iremos continuar pagando os mais escabrosos tributos do planeta e ampliar postos de trabalho nos países asiáticos. Na prática, vamos sim aliviar os efeitos da COVID-19, tão somente nos países exportadores que vendem para países como o Brasil.

Suframa, prestação de serviços e de contas

Outro destaque é a movimentação para emplacar a Bioeconomia como o novo polo de diversificação da economia e do desenvolvimento, sempre focado no paradigma da sustentabilidade e interlocução permanente com as unidades federativas de abrangência atribuídas legalmente à Suframa, a Amazônia Ocidental, mais o Estado do Amapá

Interior do Amazonas também faz aniversário

A Manaus rica está pronta para pagar pelo trabalho dos seus irmãos do interior, desde que este trabalho lhe seja entregue. Porém, todos os dias as águas negras e amarelas do Rio Negro e do Rio Amazonas passam nos portos interioranos e quase nada recolhem, chegando vazias à ZFM, ávida e frustrada consumidora.

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