A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.
As rotas para a bioeconomia próspera estão numa dimensão científica e de empoderamento local, com cadeias produtivas que precisam ir além dos Processos Produtivos...
A segunda edição do Meetup Acelera acontece nesta semana, de forma online e presencial. O evento contará com a presença de especialistas retratando o potencial da bioeconomia na Amazônia com foco no açaí.
Belém e Manaus: duas cidades às margens da Amazônia que, diariamente, através de seus mercados fluviais como o Ver-o-Peso e o Adolpho Lisboa, exibem...
Alcançando cada vez mais novos e inesperados mercados, e mostrando que o futuro pode ser sustentável e próspero, o PPBio vem ajudando a impulsionar a bioeconomia na Amazônia utilizando recursos da Zona Franca de Manaus e investindo em startups e empresas comprometidas com a valorização de resíduos e produtos da biodiversidade criando inovação, riqueza, emprego e renda.
Para concluir o raciocínio, há algumas perspectivas que precisamos considerar sobre como encararemos a bioeconomia no Amazonas: será uma perspectiva de substituição de recursos já usados, como na transição da indústria de petróleo para outras soluções, como a biomassa? Será uma perspectiva de inovação tecnológica? Sendo inovação, faremos pesquisas nas áreas químicas, para alimentos, fibras ou combustíveis? Há quanto de orçamento público ou privado para isto?
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.