Cientistas do Reino Unido mostram que é possível reverter a perda de memória em camundongos

Descoberta pode ajudar a desenvolver tratamentos para prevenir a perda da memória e o envelhecimento

Cientistas do Reino Unido mostraram que é possível reverter a perda da memória e a plasticidade cerebral. O estudo, feito em camundongos, analisou se a manipulação da composição do sulfato de condroitina poderia restabelecer a neuroplasticidade e reverter a perda da memória.

O sulfato de condroitina está presente nas redes perineuronais (estruturas que envolvem os neurônios no cérebro cuja função é controlar o nível de plasticidade).

Para realizar o experimento, o grupo do Reino Unido comparou camundongos de 20 meses (considerados bem idosos), com animais de seis meses. Um dos experimentos consistia em um teste para verificar se o camundongo reconhecia um objeto antigo.

Na edição de hoje (29), a professora Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP, dá detalhes sobre o estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry.

Fonte: Jornal da USP

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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