Cientistas do Reino Unido mostram que é possível reverter a perda de memória em camundongos

Descoberta pode ajudar a desenvolver tratamentos para prevenir a perda da memória e o envelhecimento

Cientistas do Reino Unido mostraram que é possível reverter a perda da memória e a plasticidade cerebral. O estudo, feito em camundongos, analisou se a manipulação da composição do sulfato de condroitina poderia restabelecer a neuroplasticidade e reverter a perda da memória.

O sulfato de condroitina está presente nas redes perineuronais (estruturas que envolvem os neurônios no cérebro cuja função é controlar o nível de plasticidade).

Para realizar o experimento, o grupo do Reino Unido comparou camundongos de 20 meses (considerados bem idosos), com animais de seis meses. Um dos experimentos consistia em um teste para verificar se o camundongo reconhecia um objeto antigo.

Na edição de hoje (29), a professora Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP, dá detalhes sobre o estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry.

Fonte: Jornal da USP

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Idesam leva mais de 20 anos de restauração na Amazônia a conferência nacional

Idesam apresenta soluções que unem restauração ecológica, biodiversidade, bioeconomia e fortalecimento das comunidades amazônicas no SOBRE26.

Genética forense identifica fauna marinha em remessas ilegais 

Genética forense identifica peixes amazônicos ameaçados e pepinos-do-mar em cargas apreendidas no Aeroporto de Guarulhos.

El Niño forte pode aumentar em 49 milhões a população sob fome aguda

El Niño mais forte pode ampliar a fome aguda em 45 países e elevar para 274 milhões o número de pessoas em situação crítica, alerta a ONU.

PARTE I: BR-319 e a comida que vem de longe

BR-319 pode reduzir gargalos logísticos e estimular a produção regional de alimentos para abastecer Manaus e o Polo Industrial.