“É uma compulsão por agradar a quem lhes imputa o mal. Será que temos visto ou vivenciado algo assim por aqui? Em certa medida, quando ficamos passivos ou apoiadores em relação ao desrespeito impetrado por outros entes da federação com o Amazonas, fico com esta sensação”.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.