Recentemente, um estudo publicado na revista Science revelou que através da tecnologia óptica Lidar, pesquisadores identificaram até 23 mil estruturas pré-colombianas na Amazônia, destacando a rica presença humana na região antes da chegada dos colonizadores.
Cientistas brasileiros conduziram uma pesquisa que descobriu uma forma de fazer concreto sustentável com um produto das sementes do fruto amazônico e com ele um importante aliado para trazer redução do impacto ambiental à construção civil, reduzir emissões e criar um potencial mercado de bioeconomia
Alcançando cada vez mais novos e inesperados mercados, e mostrando que o futuro pode ser sustentável e próspero, o PPBio vem ajudando a impulsionar a bioeconomia na Amazônia utilizando recursos da Zona Franca de Manaus e investindo em startups e empresas comprometidas com a valorização de resíduos e produtos da biodiversidade criando inovação, riqueza, emprego e renda.
Diante a crescente preocupação com a poluição de plástico no mundo, e os achados de microplástico dentro de organismos humanos e alimentos, a iniciativa - fruto da colaboração da WTT e do Programa Prioritário de Bioeconomia, o PPBio, gerenciado pelo Idesam - está criando um novo produto a partir da castanha-do-Brasil: o bioplástico da Amazônia.