Por Júlio Bernardes
Em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, mobilização para prevenir violência resultou em ações para contornar efeitos da pandemia na população da...
“A Zona Franca de Manaus depende de diferencial fiscal para se viabilizar. Ao reduzir a alíquota do IPI equânime como se o Brasil fosse um país igual, e nós somos profundamente desiguais, nós desconhecemos um fato da realidade, que é a desigualdade da região norte, da região de Manaus e do Amazonas em relação ao restante do Brasil”.
No fundo, ninguém quer desenvolver a Amazônia. Cada um quer desenvolver a si próprio e, pela falta de estudo, estamos sendo convencidos por qualquer pauta que qualquer um apresente e acreditando em falsas pesquisas de fontes duvidosas, contra a matemática ou contra as vacinas. Nem o compromisso de cada um com as suas instituições e com seus papéis conseguimos perceber. O ambiente está mais povoado de aproveitadores do que de empreendedores. Ainda bem que podemos mudar e quando não mudamos por inciativa própria, o tempo é transformador e age por nós.
Professores da UFAM, Augusto Rocha e Sandro Breval Santiago, co-fundadores do portal BrasilAmazoniaAgora, estão com publicações de suporte à ZFM, registradas no MIT: “Industry...
Se a Zona Franca de Manaus acabar, os trabalhadores vão perder seus empregos. Estes trabalhadores irão buscar outros meios de sobreviver. Não terão outra...
“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”