No alto rio Negro, jovens de várias etnias levam informação a aldeias para fazer frente a notícias falsas, grande parte propagada via WhatsApp – de vacinas que seriam “doses de serpente” a mentiras sobre garimpo.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.