A experiência do TCE-AM demonstra que digitalizar a gestão pública não é mais opção, é necessidade. Na Amazônia — onde as distâncias são grandes e os desafios logísticos exigem criatividade —, a adoção estratégica da inteligência artificial mostra que é possível unir tecnologia e compromisso institucional para fortalecer a democracia e a cidadania
Vivemos uma época de transformações profundas. A juventude da Amazônia está sendo chamada a ocupar seu lugar no centro das decisões sobre o presente e o futuro da nossa região. Na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), essa convocação é levada a sério e acolhida como missão institucional.
Pelo filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto, toda tecnologia é benéfica pelo caráter de auxiliar a ação humana na lida com o ambiente e com seus semelhantes. Enquanto essas tecnologias não são plenamente disseminadas vamos alternando nossa lida com as tribos e os mercados, aperfeiçoando nossos pensamentos e ações em defesa dos melhores interesses de nossos próximos, nossos semelhantes, nossa região e nosso país.
Interesse dos Estados Unidos reacende debate sobre o controle dos terras raras pelo governo brasileiro, em meio à disputa global por insumos minerais indispensáveis para a transição energética e a indústria de alta tecnologia