A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.
Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.
O julgamento teve início na sexta-feira (5), com voto da relatora, a ministra Rosa Weber, pela anulação do decreto presidencial que enxugou e mudou as regras do Conama em 2019. Fachin e Moraes seguiram o voto
A nossa população observa, em termos práticos, o retorno social dos investimentos em ciência e tecnologia que o Brasil fomentou desde a segunda metade do século passado e pôde, também, conhecer muitos dos nossos brilhantes cientistas.