“Quando falamos em proteína alternativas, significa alternativas para as proteínas de origem animal. Trabalhamos para promover três tecnologias e uma delas, que é o objetivo desse edital, são as proteínas vegetais, ou melhor, feitas de plantas. Para começar, selecionamos quatro espécies nativas da Amazônia: o babaçu, a castanha-do-Brasil, o cupuaçu e o guaraná. Queremos agregar valor a esses produtos”, revelou a engenheira Katherine de Matos, do Good Food Institute Brasil (GFI)
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.