Nosso país é protagonista de grandes realizações, que atestam seu potencial, como a Embraer, o Proálcool, o carro flex e uma política agrícola notável, de destaque global. Agora, não podemos perder as oportunidades que se abrem para as nações que souberem reposicionar suas indústrias no cenário das fulminantes transformações em curso.
Por Rubens Barbosa
O Brasil tornou-se o centro das facilidades da lavagem de dinheiro com o minério ilegal
Uma das afirmativas do presidente Jair Bolsonaro na...
O que ESG, ODS e FSC têm em comum? Nortear o desenvolvimento sustentável em todo o planeta pelos próximos anos, com participação dos investimentos, das iniciativas empresariais e das florestas – que constituem a base da vida terrestre, garantindo produção de alimentos, de água e de energia
Finalmente, cabe uma reflexão: já chegou ou passou da hora de assumirmos o papel que a História nos conferiu. Ora, nessa briga/tragédia recente sobre a falta de oxigênio nas unidades hospitalares, com inaceitáveis perdas de vidas, o que se viu foi a caça às bruxas e suas responsabilidades. A indústria não se meteu na discussão mas assumiu sua mais do que sua obrigação e foi à luta para superar a escassez mortal do oxigênio. Mas ninguém falou que nosso Estado é um dos cinco na Federação que mais paga impostos, ajudando a levar o país nas costas.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.