o poder público do Brasil não tem utilizado, historicamente, a ferramenta diplomática do entendimento com quem produz riqueza e receita pública para seu sustento, estrutura e funcionamento. Isso ocorre desde o fracasso do Ciclo da Borracha fruto de viseiras nefastas que impedem a Nação de descobrir que aqui residem as metas, métricas e os melhores resultados em termos de desenvolvimento da economia da sustentabilidade que temos a oferecer. Não enxergamos caminho melhor…
Mantidas as atuais taxas de crescimento do Nordeste e do Brasil, serão necessárias muitas décadas para que a Região e os seus Estados atinjam 70% do PIB per capita do País. Uma assimetria espacial no padrão de vida dos brasileiros, que é politicamente intolerável em uma democracia federativa moderna.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.