A partir de 2022, deve entrar em operação o Biobanco da Amazônia, banco de dados que pretende armazenar o sequenciamento genômico de várias espécies...
Com apoio do portal BrasilAmazôniaAgora, o evento representa um esforço das entidades de classe do Amazonas que estão atentos ao suporte da economia para sairmos da crise da COVID-19, e mais do que isso, formar um mutirão institucional que possa assegurar os direitos constitucionais e as prioridades de infraestrutura para embasar a competitividade da indústria estadual.
Questão relevante é que por meio da iniciativa a proteção ambiental alcança dimensão global, e qualquer pessoa ou empresa do mundo terá a oportunidade de ajudar a salvar a Amazônia
O bioma Amazônia é o mais rico do planeta em sociobiodiversidade. O Brasil tem tido dificuldades para destravar o desenvolvimento de atividades econômicas associadas a esse bioma. Ao mesmo tempo, já existe um forte polo industrial a partir do programa da Zona Franca de Manaus
Amazonia-1, lançado na Índia, vai gerar imagens mais precisas do desmatamento e de eventuais catástrofes ambientais. Material obtido pelo equipamento deve ser acessível a pesquisadores.
“O que temos hoje é algo como um levantador no vôlei, que repassa a bola no meio do time inteiro e ninguém sabe quem tem que cortar. A Suframa tem levantado os tributos, mas quem vai transformar a arrecadação em ação para desenvolver? Quem de fato se importa com a Amazônia?”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.