No papel, as palavras do general vice-presidente para promoção da bioeconomia são bonitas e esperançosas. Entretanto, como por ora o governo não tem mais nada para mostrar, Mourão segue as repetindo à exaustão.
Se o país investir no cuidado do seu ímpar patrimônio verde, atendendo às emergências ambientais que se colocam, poderemos nos tornar referência global numa agenda que mobiliza o planeta, além de nos colocarmos novamente em posição privilegiada de competitividade.
Devastação e fogo são retrocesso à colônia. Há alternativa: articular desmatamento zero com projeto que substitui soja, mineração e gado por economia do século XXI, baseada em biodiversidade e saberes — inclusive os originários
Vice-presidente da agência, Emmanoel Campello, afirma que é possível detectar a comunicação clandestina usada no desmatamento através do monitoramento do espectro magnético.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”