No recurso, os promotores citam como exemplo dos danos causados por Salles a decisão do CONAMA sobre a suspensão de regras de proteção ambiental de áreas de manguezais e restingas.
“É uma contradição do BNDES. Ao mesmo tempo em que é o gestor do Fundo Amazônia, e deveria aplicar recursos para garantir a proteção ambiental, ele mesmo financia a destruição”, analisa Sônia Guajajara, da Coordenação Executiva da APIB.
A ''agenda'' consiste basicamente da mesma pauta de reivindicações de sempre, a despeito dos desafios do PRDA - Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia desde em maio do ano passado.