O produto vindo de uma espécie de abelha da Amazônia destacou-se por proporcionar uma menor resposta inflamatória e promover uma regeneração tecidual de maior qualidade, o que o torna uma alternativa promissora para tratamentos dermatológicos.
Pensando em sustentabilidade e inovação, nota 10 para este projeto. O instituto é bastante premiado por sua postura série em levar inovação, sustentabilidade e desenvolvimento a sério.
“A administração oral da substância foi segura, pois não houve eventos negativos associados ao uso. Além disso, a diminuição do tempo de internação após a intervenção foi significativa[...]" conta o professor David de Jong da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e um dos autores do estudo.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.