Com R$ 21 bilhões* em empréstimos e participação acionária nos maiores frigoríficos que operam na Amazônia, o BNDES, o banco de desenvolvimento do Brasil, poderia ter mudado o curso da destruição na floresta.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.