A China impulsiona a resiliência urbana com o desenvolvimento de cidades-esponja para mitigar os impactos das enchentes, visando a absorção e reutilização de 70% das águas das chuvas torrenciais até 2030.
“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias
disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial.
Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.
O tema central do artigo é a inovação na indústria farmacêutica (IF), no que se refere ao processo de descoberta e desenvolvimento de novos fármacos e medicamentos, utilizando-se como referência a rota de síntese química.
Para ele, nossa indústria não é competitiva. O agronegócio sim. Ora, a indústria trabalha 5,5 meses por ano para recolher impostos ao país. Enquanto o agronegócio é isento da maioria dos tributos impostos ao segmento fabril. Santa paciência!
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.