E nós não podemos ficar de braços cruzados para conferir se, dessa vez, vamos figurar pra valer no sumário dos programas prioritários da República. Ou não será preciso espernear que o fim da Zona Franca de Manaus será uma crise humanitária de graves proporções, envolvendo todas as tribos e populações originárias e operárias da Amazônia?
“Temos alguns caminhos para assegurar essa mobilização tão essencial. Um deles é atuar mais fortemente no Pró-Amazônia, uma iniciativa do setor privado que tem uma pauta amazônica robusta de envolvimento dos atores regionais, especialmente em termos de infraestrutura.”
“Então, professor Sheinkman, o Amazonas e sua arrojada economia não custam um centavo ao país. Caso discorde, apresente uma nota de despesa em favor das empresas da ZFM assinada pelo poder público. O Brasil é que nos custa muito dinheiro.”
Liquidar com este mecanismo de acertos, o Programa Zona Franca de Manaus, é um tiro de canhão na ilharga dos próprios pés. Entretanto, haverá, certamente, uma bonificação, ou o reconhecimento de herói nacional no vizinho estado do Paraguai.
Meio atordoado com as pressões interministeriais que não acabam nem ficam poucas, dessa vez obrigando a indústria de televisores a utilizar um software a...