A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
Danielle disse que só em Poconé foram queimados mais de 300 mil hectares. Para ela, a situação reforça a necessidade de um plano integrado de combate aos incêndios.
“Por fim, vão gerar benefícios que fazem parte do bem-estar social e individual. O desafio dessa metodologia é conseguir identificar, mapeando os ecossistemas e os serviços. Para isso, são sugeridas algumas etapas metodológicas, que são divididas em termos físicos e análises em termos econômicos”, observou.
A comissão externa criada pelo Senado para avaliar a resposta do governo federal às queimadas no Pantanal quer criar um estatuto jurídico diferenciado para a região.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.