É a primeira vez em 352 anos de existência que a capital amazonense vai ter uma mostra genuinamente indígena com a participação de oito artistas e do centro indígena Bahserikowi, com objetos dos povos tukano, dessana e tuyukas do alto rio Negro. Além de Manaus, foram convidados uma artista do povo warau, da Venezuela, e outro de uma aldeia de Autazes.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.