Nos últimos dois anos, cinco municípios de Roraima que abrangem o território Yanomami receberam cerca de R$ 96 milhões por meio do chamado “orçamento...
Mesmo assim, ministro indicado por Bolsonaro não autorizou a suspensão das obras suspeitas
Redação - Brasil de Fato
O Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou...
Curiosamente, o Brasil não tem, neste momento, um arcabouço fiscal, mesmo com dezenas de regras fiscais em vigor. Isso gera incerteza que acaba rebatendo no prêmio de risco-País, na volatilidade cambial e, com isso, nos aportes de investimentos direto estrangeiros para importantes setores da economia, como na infraestrutura.
Prefeito de cidade alagoana que recebeu mais de R$ 15 milhões do orçamento secreto teria desviado dinheiro público através de empresas de fachada, diz PF
Estudo publicado na última semana mostrou que, para manter 83% da Amazônia brasileira sob proteção, uma área de cerca de 3,5 milhões de km², seriam necessários cerca de US$ 2,25 bilhões anuais, ou R$ 10,8 bilhões. A cifra parece grande, mas é três vezes menor do que o valor gasto pelo Governo Bolsonaro em emendas parlamentares. Puxada pelo chamado “orçamento secreto”, a média de gastos com tais emendas na atual gestão chegou a R$ 34,8 bilhões/ano, segundo levantamento da Associação Contas Abertas.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam