No Amazonas, diz o IBGE, já temos 2,7 milhões de pessoas entrando no segmento sinistro da vulnerabilidade social. Ou seja, estão sem suas necessidades básicas atendidas. Estão passando fome. A desnutrição leva as crianças ao retardo e a fome no seio da família deixa os adultos à beira da loucura
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.