A retirada dos benefícios fiscais ameaça o abastecimento de gás de cozinha, utilizado pela imensa maioria da população amazonense. Em um estado onde o transporte fluvial é vital, a segurança energética está intrinsecamente ligada à operação da refinaria.
A mobilização colaborativa exemplifica o impacto transformador do empreendedorismo judeu na Amazônia. Em um momento de incertezas, sua visão antecipou a necessidade de adensar e diversificar a economia regional. A refinaria de Manaus supriu a carência energética da região, e também abriu caminho para o desenvolvimento de novos setores econômicos.
Proibir a conjugação do verbo assear na floresta, ir e vir por essa estrada emblemática, a conduzir negócios e oportunidades, sonhos e esperanças de todos nós, não dá para aceitar. Queremos trilhar todos os caminhos que levam a um Amazonas próspero, diversificado e sustentável
O diferencial entre o pioneirismo amazônico e os investidores que se instalam eventualmente na região, é precisamente o fato de empreender na floresta e com ela imediatamente se comprometer. Um legítimo pioneiro da Amazônia é aquele que relaciona a economia regional com a proteção florestal. Isso se transformou numa cultura de gestão coerente e competente da Amazônia por parte dos pioneiros que aqui se instalaram e inauguraram um padrão único e decisivo que nos conferiu nossa identidade fabril intimamente plugada na proteção ambiental.
Como disse uma vez Samuel Benchimol: "…o futuro da Amazônia passa por uma nova relação entre desenvolvimento e meio ambiente, permeada por um conceito e prática da sustentabilidade que deve ser socialmente justo, economicamente viável, politicamente correto e ambientalmente equilibrado”
FIEAM 67 anos: Parabéns, parceiro e guerreiro Antônio Silva, pela condução competente da chama olímpica industrial que estará irremediavelmente acesa em nossas mentes e corações dos que amamos esta terra chamada Amazonas, nossa Amazônia.
A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.
É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.