"Todos contribuíram de forma efetiva para o destravando de um processo que estava em andamento há 15 anos e estabelece um novo marco na economia do estado."
Após 15 anos de disputas legais, o Projeto Potássio Autazes recebe licença ambiental do Governo do Amazonas, prometendo investimentos bilionários e geração de empregos. Contudo, organizações indígenas denunciam a violação dos direitos dos povos Mura e a falta de consultas e estudos adequados, apelando ao Governo Federal e ao MPF por intervenção.
O Brasil é destacado como potencial líder na mineração minerais estratégicos cruciais para a transição energética, enquanto enfrenta desafios de transparência e inclusão ambiental em suas políticas de exploração mineral.
Estamos propondo que, lado a lado, com o licenciamento ambiental seja construída a Licença Social Para Operar, envolvendo o setor privado mais o setor público mais a sociedade civil, como vem ocorrendo em países de economia mais avançada. Dessa forma, é possível, de forma civilizada, chegar ao ponto em que os projetos de mineração deixem de ser considerados como uma maldição.
“Adotar um modelo de desenvolvimento que priorize a sustentabilidade ambiental, a inclusão social e o respeito pelos direitos humanos é o caminho mais seguro para garantir que a riqueza gerada pela exploração de potássio em Autazes seja transformada em benefícios reais e duradouros para o estado do Amazonas, para o país e, mais importante, para as populações locais”
“Acreditamos que o entendimento, os acordos transparentes e coerentes, mediados por uma magistrada de um perfil admirável e comprometida com o bem maior das etnias que aqui resistem, levará o conflito ao bom desfecho, assegurando ganhos e avanços de parte a parte e para o bem da sociedade e das futuras gerações”