JBS, Marfrig e Minerva aderem ao Protocolo do Cerrado, uma iniciativa para implementar práticas sustentáveis e combater o desmatamento e irregularidades na cadeia de fornecimento de gado, incluindo medidas de rastreamento desde o nascimento do animal.
Ao lado de políticos e importantes personalidades ligadas ao meio ambiente, a Marfrig também se comprometeu em adiantar para 2024 a rastreabilidade total da rede de fornecedores, diretos e indiretos
Enquanto o governo de Emmanuel Macron demanda do Brasil redução do desmatamento, ONGs da França e do Brasil demandam que o banco francês seja responsabilizado por investir por investimento feito no frigorífico.
Segundo a análise, em apenas 15 propriedades produtoras de carne do Pantanal foram registrados 73 mil hectares de áreas queimadas no ano passado, em um período em que o uso de fogo estava proibido por autoridades federais e estaduais. Essas mesmas propriedades possuem um longo histórico de irregularidades ambientais, como desmatamento e incêndios ilegais.
Com R$ 21 bilhões* em empréstimos e participação acionária nos maiores frigoríficos que operam na Amazônia, o BNDES, o banco de desenvolvimento do Brasil, poderia ter mudado o curso da destruição na floresta.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes