“O problema não está na produção de conhecimento, mas na sua aplicação. Falta um esforço coordenado para transformar essas pesquisas em soluções práticas”. N.H.
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'A ministra enfatizou também a necessidade de uma "Avaliação Ambiental Estratégica" (AAE) para o licenciamento da BR-319. Esta avaliação considera não apenas os impactos diretos da obra, mas também os efeitos mais amplos sobre a região amazônica. "Você não vai fazer a licença olhando só o empreendimento. Tem que ver toda a área de abrangência: como isso vai repercutir nas terras indígenas, em desmatamento", afirmou a ministra. Estamos de pleno acordo sobre a importância de sofisticar o controle numa área de pelo menos 30 a 50 quilômetros de cada lado, para monitorar o surgimento de estradas vicinais e outros fatores.'
Para Tayane Carvalho, uma das autoras do guia, as informações poderão estimular os produtores rurais a desenvolverem as atividades de manejo. “Desde que o produtor familiar tenha licença para atividade de manejo florestal sustentável, ou que solicite esta licença ao órgão ambiental responsável, as informações presentes nessa publicação poderão estimular o produtor a dar início às atividades do manejo”, afirmou.
A castanheira é comumente conhecida pela utilização de seus frutos, muito comercializado para o exterior, com diversas utilidades devido as suas propriedades nutricionais. Além da produção de frutos, a castanheira pode ser usada para produção de madeira, para restaurar Áreas de Preservação Permanentes (APP), Áreas de Reserva Legal (RL) e contribuir com o sequestro de carbono.
“As plantas, das imensas castanheiras às pequenas violetas, são verdadeiras bombas hidráulicas naturais. Elas estão constantemente puxando água de suas raízes até as folhas mais altas, e bombeando açúcares produzidos por suas folhas de volta para as raízes. Esse fluxo constante de nutrientes é transportado através de um sistema de tecidos chamados xilema e floema, agrupados em conduítes fibrosos paralelos.”
O mundo precisa da Amazônia e vai precisar submeter-se a suas leis para acessar seus benefícios e opulência. As categorias e o valor de uso de troca das commodities do Centro-Oeste, na verdade, precisam ajustar-se às similaridades do valor e da riqueza amazônica. E curvar-se aos resultados da nanobiotecnologia. Bioeconomia não é extrativismo disfarçado, é mimese do bioma e da bioética, onde a dinâmica natural e florestal vira paradigmas a serem utilizados como ferramentas da inovação tecnológica, reunindo a nanobiotecnologia, tecnologia da informação e da comunicação.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.