Dois grandes parceiros do Setor Produtivo - na busca da diversificação das matrizes econômicas para o Amazonas e região - sempre atentos e colaborativos, levantam neste oportuno artigo algumas das questões que envolvem o desenvolvimento sustentável, nosso modo de trabalhar há mais de meio século. Ao polemizar alguns conceitos, os autores jogam luzes para um debate construtivo e inadiável.
Precisamos romper com diálogos de mudos ou de analfabetos em Libra que descrevem a relação entre economia e academia no país e, emergencialmente, na Amazônia.
De modo geral, a criação de empregos está diminuindo e a destruição de empregos acelerando, conforme empresas em todo o mundo usam tecnologia em vez de pessoas para programação, contabilidade e administração.
Segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), nos próximos 15 anos, o investimento na indústria 4.0 deve movimentar US$15 trilhões, mas somente 2% das organizações brasileiras já efetuaram a transição para este modelo