“Os americanos precisavam de borracha para entrar na guerra e o Brasil de entrar no processo mais acelerado de industrialização. Resultado, os EUA pagaram a mobilização dos novos seringueiros, o Brasil ganhou a CSN, Companhia Siderúrgica Nacional e a Amazônia, que forneceu insumo e mão de obra, ficou a ver navios”.
Também serão entregues mais 60 leitos de UTI e 180 leitos de enfermaria referendados para o tratamento da covid-19, e 55 leitos para tratamento de outras enfermidades.
Aliança da iniciativa privada com organizações comunitárias e governos no Rio Juruá, no Amazonas, demonstra que há soluções possíveis para o desenvolvimento aliado à conservação da floresta
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.