Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.