A partir da programação proposta para o evento e que será apresentada no seu lançamento oficial, a ExpoAmazônia visa a alcançar milhares de atores locais para discutir sobre qual foco se pretende para o Polo de Bioeconomia amazônica e quais estratégias para o seu desenvolvimento. Da mesma forma, o evento tem por objetivo apresentar para a sociedade as duas matrizes econômicas viáveis para a região, em complemento às atividades do Polo Industrial de Manaus (PIM). Além disso, espera-se apoiar startups na mentoria e apresentação de seus negócios para investidores potenciais, bem como prospectar negócios e atrair estudantes e profissionais para o mercado de tecnologia.
Já faz algum tempo que cientistas e pesquisadores reconhecidos têm apontado o investimento em bioeconomia como uma importante chave para fomentar o desenvolvimento sustentável...
O Idesam disponibilizou, na última semana, a série de vídeos ‘Sistema Silvipatoril: Como fazer’. A ação faz parte do Projeto Semeando Sustentabilidade em Apuí,...
A pulverização aérea atingiu áreas de dois produtores do projeto Café em Agrofloresta, localizadas nos Setores Coruja e Raulino, do Projeto de Assentamento Rio Juma. Ambos prestaram queixa junto à delegacia local, e receberam a visita e coleta de amostras das polícias Militar, Federal e Militar Ambiental, para a caracterização do incidente como crime ambiental.
“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”