Ativista sueca de 17 anos é a vencedora da primeira edição do prêmio Gulbenkian para a Humanidade e receberá um milhão de euros para investir em projetos sociais em regiões afetadas pelas mudanças climáticas.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.