Somente com ações de prevenção e combate a incêndios florestais, serão empregados cerca de R$ 50 milhões. Principais despesas serão com as contratações e treinamentos dos brigadistas.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas