O apelo do fundador do CIEAM, nos altos de seus 102 anos, segue pulsante em nossos corações e mentes, para mapear nossa biodiversidade, avaliar sua contribuição para a humanidade, e é o que temos buscado realizar com o mutirão de pensadores e apoiadores que elaboraram Amazônia do Futuro.
Nenhuma planta industrial do Brasil recolhe tantos recursos para a sociedade e, ao mesmo tempo, assiste impávida ao desvio de finalidades da maior desses valores, frutos de compensação fiscal e da determinação produtiva de investidores e trabalhadores. Os resultados estão claramente definidos no perfil do IDH de nossos municípios do interior, os mais constrangedores do Brasil. Fortalecer a atividade industrial que não agride o meio ambiente, prezar pela sustentabilidade e inovação, é um caminho que só depende de nós!
Aqui habitam as soluções miraculosas para essas demandas globais. Com um detalhe, é insano desmatar, queimar e fazer pasto desse almoxarifado genético de valor incalculável.
Portanto poderemos dizer que há um horizonte muito próximo em todos os sentidos que representa um alento de desafios extremamente promissores para a geração de empregos, oportunidades e interiorização do desenvolvimento. O Amazonas, por uma gestão historicamente improvisada, agravada por dificuldades locacionais tem utilizado os recursos gerados pela industria para projetos e programas dessa natureza.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”