Nesse contexto, perde o sentido a querela política para fazer valer o expediente constitucional e o legítimo anseio da Amazônia em resguardar o acesso a um novo padrão de desenvolvimento e sua inserção no sumário de uma nova civilização brasileira.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.