Precisamos ficar muito atentos à síndrome da abundância, pois ela costuma ser perversa. Não é porque temos 1/5 da água potável do planeta que nós precisamos destratar/dilapidar essa benção da natureza. Cabe recordar ainda que, em 2005, pavorosa estiagem levou nossos rios ao menor nível e volume, chamada de mega seca, assim batizada pelos cientistas. Os danos sociais e florestais foram imensuráveis. Para o meio ambiente os danos se estenderam por uma década. Pesquisas da NASA relacionaram o fenômeno ao aumento, em ocorrência e dimensão, dos furacões nos Estados Unidos. Ou seja, não dá para descuidar das demandas climáticas, especialmente, quando vivemos e geramos riqueza no modo sustentável em pleno coração da maior floresta tropical da Terra.
História deste programa do INPE, que já completa 35 anos, se mistura ao desenvolvimento da política ambiental brasileira e ao movimento ecológico no país
Especialistas alertam que países do G7 podem ver suas economias encolherem duas vezes mais do que agora se a temperatura global subir 2,6 ºC, nos próximos 30 anos.
Sustentabilidade não é fundamentalismo religioso como alguns poluidores dizem por aí para atacar a sigla ESG. Sustentabilidade é Business alinhado com a cidadania e a ecologia. [...] Os consumidores, direta ou indiretamente, são estimulados a integrar essa cruzada ambiental, cívica e ética, num processo de mudança que deve começar na casa de cada um e na nossa casa comum, tão maltratada por esta civilização predatória, nosso planeta Terra.
Até hoje, o Observatório de Conflitos Minerários na América Latina (OCMAL) registrou 284 conflitos sociais sobre mega mineração. A maioria deles está no México, Chile e Peru, seguidos pela Argentina, Brasil e Colômbia
Entre 2013 e 2019, o equivalente a 32 milhões de hectares de florestas tropicais foram desmatadas ilegalmente para produção de itens como soja, carne bovina e óleo de palma. Brasil é um dos líderes no ranking