Em dez anos a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos saltou de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões, tendo como destaque carne e soja.
Segundo a análise, em apenas 15 propriedades produtoras de carne do Pantanal foram registrados 73 mil hectares de áreas queimadas no ano passado, em um período em que o uso de fogo estava proibido por autoridades federais e estaduais. Essas mesmas propriedades possuem um longo histórico de irregularidades ambientais, como desmatamento e incêndios ilegais.
Esse consumo desenfreado tem efeitos devastadores para os seres humanos, a vida selvagem e o planeta como um todo. É mais urgente do que nunca mudar de um modelo linear de economia – no estilo use e jogue fora – para um circular: no qual os resíduos e a poluição são eliminados, os produtos e materiais mantidos em uso por mais tempo e os sistemas naturais podem se regenerar.
O presidente Joe Biden prometeu traçar uma rota para zerar emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que emissões mundiais têm de cair à metade até 2030.
Responsáveis pelo programa espacial chinês querem aterrissar numa planície de Marte veículo com 240 quilos para, durante três meses, analisar o solo e a atmosfera.