Há um erro perigoso circulando como verdade confortável: o de que a inteligência artificial “vai acabar com os empregos”. Não é isso. O que a IA está fazendo — com velocidade brutal — é redefinir o que conta como trabalho qualificado, mudar a gramática das funções e deslocar o valor para onde há competência técnica, pensamento analítico e disciplina digital.
Proteger e estudar os bioativos da Amazônia é um dos maiores desafios e a maior e melhor promessa de geração empregos e do trabalho da prosperidade sustentável e das soluções produtivas de que a humanidade padece para sua sobrevivência e para o equilíbrio climático da Terra. E quem diz isso são os homens e mulheres da Ciência, aqueles, por exemplo, que dissecaram o Genoma Humano, e já avançam a passos largos no desabrochar de outras espécies da fauna e da flora terrestre.
O Brasil precisa de uma PEC que o refunda em determinados pilares, e não de uma confusa, cara, burocratizante e injusta Reforma Tributária que virou uma reles disputa política de poder entre os autores das várias versões.
Estudo realizado pelo Institutos Escolhas, órgão de estudos ambientais do INSPER, mostra que reduzir em 1% pessoas na extrema pobreza está associado à diminuição em 4% do desmatamento