Esse consumo desenfreado tem efeitos devastadores para os seres humanos, a vida selvagem e o planeta como um todo. É mais urgente do que nunca mudar de um modelo linear de economia – no estilo use e jogue fora – para um circular: no qual os resíduos e a poluição são eliminados, os produtos e materiais mantidos em uso por mais tempo e os sistemas naturais podem se regenerar.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.