Avaliação do estudo publicado levou em conta as emissões de gases de efeito estufa de pessoas de diferentes realidades econômicas entre os anos de 1990 até 2019
“…temos uma ferida aberta que jorra hemorragicamente na economia nacional, que é o desmatamento da Amazônia. É preciso computa-lo nesse cálculo e tratar esse tema como prioridade nacional, para que nossos méritos não sejam ocultados por nossos vícios” - Daniel Vargas
Problema do ponto de não-retorno vai além do desmatamento, é sobretudo as mudanças climáticas. Este fenômeno corroi a resiliência da floresta - entrevista com David Lapola, autor do 6º Relatório do IPCC
No documento Amazônia do Futuro foi detalhadamente desenhado este caminho e configuração protagonista, apontando a necessidade de uma mobilização interinstitucional para debelar aquilo que o economista americano Jeffrey Sachs chama de “a doença global da desigualdade”.
Além do desmatamento, que é a retirada total da vegetação, o Imazon também mediu a degradação florestal provocada pelas queimadas e extração de madeira. Em setembro a degradação aumentou 359% na Amazônia, passando de 1.137 km² em setembro de 2021 para 5.214 no mesmo mês deste ano.