Experimentos indicam que a nova variante, agora dominante, é muito mais infectante. Felizmente, ela não é mais virulenta, pois não há diferenças na capacidade de infectar as células pulmonares.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.