Experimentos indicam que a nova variante, agora dominante, é muito mais infectante. Felizmente, ela não é mais virulenta, pois não há diferenças na capacidade de infectar as células pulmonares.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos