O diferencial entre o pioneirismo amazônico e os investidores que se instalam eventualmente na região, é precisamente o fato de empreender na floresta e com ela imediatamente se comprometer. Um legítimo pioneiro da Amazônia é aquele que relaciona a economia regional com a proteção florestal. Isso se transformou numa cultura de gestão coerente e competente da Amazônia por parte dos pioneiros que aqui se instalaram e inauguraram um padrão único e decisivo que nos conferiu nossa identidade fabril intimamente plugada na proteção ambiental.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.